Comentaristas


Assembleia Cidadã sobre a Descentralização do Orçamento (05/08)

A votação se encerrou no dia 31 de julho às 23h59 (horário de Brasília). O público elegeu os seguintes comentaristas:

Os resultados podem ser verificados na página de apuração do site OpaVote. A eleição teve paridade de gênero, com quatro vagas para mulheres e quatro para homens.

Cada comentarista eleito terá dez minutos para apresentar argumentos na Assembleia Cidadã no dia 5 de agosto. O papel dos comentaristas é apresentar avaliações positivas e negativas dos méritos das propostas.

A votação de comentaristas esteve aberta ao público entre os dias 23 e 31 de julho no site OpaVote. Se um candidato eleito não pode comparecer e decide se retirar, os votos são recontados, elegendo outro candidato.

O sistema de votação, chamado voto único transferível, garante representação proporcional, promovendo uma diversidade de pontos de vista.

Candidatas e candidatos

As listas estão em ordem cronológica de inscrição.

Índice (mulheres)

  1. Romilda Máxima Vilela de Lima, líder comunitária e Conselheira Participativa
  2. Denise Ribeiro, jornalista, redatora e mediadora de conflitos
  3. Viviane Amaral Gurgel, sócia do Amaral Gurgel Advogados
  4. Simone Henrique, pesquisadora de direitos humanos
  5. Maria Valentina Sena e Silva, gestora do Projeto SEE-MEAR ambiental e de participação social, presidente da Comissão de Meio Ambiente (OAB Osasco) e advogada ambientalista
  6. Neuseli Martins Costa, gestora de projetos educacionais da Mottai Desenvolvimento Sustentável
  7. Camila Barreto Pinto Silva, Conselheira Participativa
  8. Claudia Hausner, CEO da HH Inteligência Assessoria Empresarial, diretora conselheira da Associação Comercial de São Paulo (Distrital Oeste)
  9. Celia Marcondes, diretora jurídica
  10. Isabel Bernardes, psicóloga na Defensoria Pública do Estado de São Paulo
  11. Elza Alves de Souza Wong, Conselheira Participativa
  12. Cecília Pellegrini, diretora da Associação Cultural do Morro do Querosene, conselheira do CADES, conselheira suplente do FUNDURB
  13. Maria Cordeliza dos Santos, servidora pública
  14. Sônia Império Hamburger (a candidata se retirou durante a eleição)
  15. Celia Bicudo, Grande Conselho Municipal do Idoso

Índice (homens)

  1. Aluizio Marino, pesquisador
  2. Waldir Moura dos Santos, residente da Associação Cultural de Resistência Afro-Brasileira Quilombo Guianases, Pastoral da Moradia
  3. Thiago Henrique Desenzi, membro do Coletivo Raiz Cidadanista
  4. Wilgor Carlos da Silva, ativista
  5. Eduardo Ribeiro, cidadão
  6. Dalmo Ribeiro do Val Marques, cidadão
  7. Leo Coutinho, Conselheiro Participativo de Pinheiros
  8. Vladimir Fernandes de Santana, coordenador de políticas públicas do Arq.Futuro
  9. José de Lima, gestor financeiro
  10. Ahmad Semi Osman, estudante de administração pública na FGV
  11. Rogério Vincent, economista e mestrando em economia da saúde
  12. João de Oliveira, pós-graduando em políticas públicas e conselheiro gestor de saúde da Coordenadoria da Subprefeitura da Sé
  13. Eduardo Emilio Lang Di Pietro, auditor do Tribunal de Contas do Município de São Paulo
  14. Giuliano João Paulo da Silva, mestre em administração pública e empregado da Caixa em políticas públicas de habitação
  15. Akira Watanabe, consultor
  16. Adilson Araújo, Conselheiro Participativo de Santo Amaro
  17. Ricardo Rodrigues, cidadão
  18. Tomás Wissenbach, pesquisador do Centro de Política e Economia do Setor Público, FGV
  19. Álvaro Florentino da Silva Júnior, Conselheiro Participativo de Santana/Tucuruvi/Mandaqui
  20. Christian Eduardo Menin, TETO Brasil

M1. Romilda Máxima Vilela de Lima

Líder comunitária e Conselheira Participativa

sobre verbas destinadas as organizações sociais convénios creches,projetos educacionais como.alfabetização jovens e adultos e nas áreas esportivas inclusão de pessoas com deficiências e casas de acolhidas com especialidades se idosos observar as condições psicologicas e física para incluir e aproveitamentos de experiência e rememoração e socializar para pequenos trabalhos junto a orgãos de competência.sobre adolescentes,jovens,adultos até seus 30anos da periferias aproveitamento junto a Prefeitura regional com cursos e formações

M2. Denise Ribeiro

Jornalista, redatora e mediadora de conflitos

Por que argumento bem, sou bem informada e acho importante participar da vida política da cidade

M3. Viviane Amaral Gurgel

Sócia do Amaral Gurgel Advogados

Preocupação com o deficit público e o comprometimento do investimento e os impactos da queda de arrecadação e empregabilidade

Quais as soluções de redução de despesas, sinergia entre órgãos e parcerias público-privadas para dar continuidade as despesas obrigatórias e não comprometer os investimentos da cidade?

M4. Simone Henrique

Pesquisadora de direitos humanos

Por mais representatividade negra feminina em debates sobre políticas públicas.

Dissertação de Mestrado na Faculdade de Direito da USP: O direito fundamental à saúde da mulher negra no município de São Paulo

M5. Maria Valentina Sena e Silva

Gestora do Projeto SEE-MEAR ambiental e de participação social, presidente da Comissão de Meio Ambiente (OAB Osasco) e advogada ambientalista

para coloborar com mais este trabalho do GTDP/RNSP e pq tenho pela Participação Social a missão de propiciar a Cultura dela, e por outro lado, é mais um exercício de cidadania e participação, que pode nos levar a oficinas e foruns eficientes… Pretendo deixar claro que as esferas governamentais veem assumindo a ordem constitucional de possibilitar o exercício da cidadania e da participação social, por meio dos cidadãos e suas entidades de direito privado sem fins lucrativos. A Constituição será apontada como embasadora dos Conselhos, e no que pese o Orçamento Plurianual e os Planos Municipais, de cada Secretaria, de Leis, como o Plano Diretor, que via de regra devem ser uns revistos e outro como o orçamento Plurianual refeitos, destacarei a importância da Descentralização Administrativa, que não pode prescindir de uma Coordenadoria, e que desejável é que os próprios Conselhos provam fóruns e Congresso para atuarem juntamente com Coordenadorias inter-regionais e intersecretarias, e abordarei a importância da participação dos conselhos nas secretarias frente a seus Planos Municipais, fiscalizando, e estabelecendo coerência com o Plano Plurianual e Orçamentos e Dotações. Deverá haver um esforço por parte dos Conselheiros e das Secretarias em se articulares em coordenadorias. Deverei estudar mais estas questões a fim de me preparar melhor para o evento.

M6. Neuseli Martins Costa

Gestora de projetos educacionais da Mottai Desenvolvimento Sustentável

Trabalho com Desenvolvimento Sustentável e Educação acho fundamental ocupar os espaços possíveis para exercer a cidadania. Trabalho com o Núcleo de Planejamento a Longo Prazo na FEA USP e com base nesse conhecimento pretendo trabalhar com essa visão de planejamento estruturado e com apropriação das decisões e ações por todos os cidadãos

M7. Camila Barreto Pinto Silva

Conselheira Participativa

Cono cidadã e membro do Conselho Participativo vejo como as demandas são distintas para cada região da cidade. Muito importante ser decidido pela população em que lugar o investimento será feito. Vejo que muitas vezes e muitas mesmo, a administração não tem noção do que a população realmente necessita. Regionalizar descentalizando as decisões se mostra de vital importância para uma cidade como São Paulo.

Como membro do Conselho Participativo Municipal temos acesso às demandas da população e que não são ouvidas pela administração publica como esperado pelos cidadãos. Exemplificando: houve um incêndio em uma comunidade X. Seus habitantes perderam tudo e não há suporte por parte da administração pública eficaz para ajudar essas pessoas. Assim entendo que deveria haver um departamento que atendesse e desse suporte a essas pessoas. Veja, tal situação é regional. Normalmente está nas áreas de risco ou na periferia da cidade. Outro ponto, em vários bairros são construídos prédios em que a prefeitura outorga a possibilidade maior de construção no terreno. Esse valor deve ser usado para construção de casas para os carentes. Contudo, não se vê isso ocorrendo. Ao lado desse novo empreendimento há uma comunidade que poderia ser urbanizada com o valor da outorga. Esse dinheiro deve ficar no bairro, urbanizando as comunidades do local, cuidando dos córregos entre outros pontos.”

M8. Claudia Hausner

CEO da HH Inteligência Assessoria Empresarial, diretora conselheira da Associação Comercial de São Paulo (Distrital Oeste)

Porque sou formada em economia, tenhos dois mestrados em finanças e risco, tenhos dois cursos do BID de gestão de cidades (megalópoles da América Latina) e farei um terceiro curso do BID também relacionado com gestão de cidades grandes a partir de setembro desse ano.

Argumentos: todo projeto tem deve ter um orçamento, então o orçamento tem que ser analisado e comparado com orçamento da iniciativa privada para a iniciativa privada e usar os dados para obter custos para o estado mais apropriados. Gerar parâmetros (métricas do BID) e acompanhar implementação (controladoria).

M9. Celia Marcondes

Diretora jurídica

a associação tem interesse sobre o bairro de cerqueira cesar

M10. Isabel Bernardes

Psicóloga na Defensoria Pública do Estado de São Paulo

Porque estudo o enfrentamento à violência contra a mulher e trabalho com grupos vulneráveis por diferentes motivos e formas.

Violência contra a mulher não se combate apenas diretamente. Não é só a polícia, são todas as demais políticas públicas, de saúde, saúde mental, educação, assistência social, transporte, habitação, cultura, lazer. Cuidando dessa demanda, cuida-se de todas, de toda a população.

M11. Elza Alves de Souza Wong

Conselheira Participativa

Porque devemos participar de tudo que diz respeito à nossa cidade

Ainda não construi meu comentário.

M12. Cecília Pellegrini

Diretora da Associação Cultural do Morro do Querosene, conselheira do CADES, conselheira suplente do FUNDURB

…(foi conselheira do CADES-BT 2009 a 2012 e do CONFEMA 2011 e 2013); é conselheira suplente do FUNDURB desde 2017; foi conselheira nacional de políticas cuturais CNPC 2012 a 2014; participou de assembléias do Orçamento Participativo (talvez 2004, não lembro ao certo); de diversas audiências públicas do Orçamento, do Plano de Metas e do Plano Diretor Estratégico; já dirigiu vários projetos culturais e atualmente coordena a Orquestra de Berimbaus do Morro do Querosene.

Porque após um processo bastante democrático para o Orçamento Participativo, na hora da eleição das propostas, chegaram ônibus trazendo muitas pessoas que não haviam participado do processo, apenas para votarem em determinadas propostas. Foi muito ruim. Também a participação nas audiências públicas para decidir a proposta Orçamentária e o Plano de Metas, foi desastrosa, com pouco tempo para cada um que apresentava sua proposta, muitas propostas que se repetiam (sem que houvesse uma consolidação das propostas) e um resultado, pela Câmera Municipal, que parecia não ter levado em conta as audiências públicas. Poder participar de um processo, agora com uma nova metodologia, seria muito importante para sentir os avanços da/para a sociedade paulistana.

Vou defender as propostas voltadas para a Educação, a Saúde, o Meio Ambiente e a Cultura. Dentro destes temas, defenderei a mobilidade urbana, os parques municipais para preservação da fauna, da flora, da água, da história e da saúde humana, defenderei a utilização da energia solar que trará grande economia aos cofres públicos, defenderei a coleta e tratamento do esgoto de forma distribuída, que também trará muita economia e dignidade ao cidadão (considero um absurdo esta rede de esgoto com coletores enormes para levar o esgoto até distantes centrais de tratamento da água, ou então, lançarem este esgoto nos rios), defenderei a ocupação para moradia dos prédios sem função social há mais de 15 anos, defenderei a colocação de árvores nas grandes extensões de favelas, e caixas d’água distribuídas em lugar da construção de galerias e piscinões, defenderei a construção de creches. De trabalhos publicados, só tenho “Argumentos para o Tombamento da Chácara da Fonte”, tombada pelo CONPRESP em 2012. E alguns textos publicados no site

M13. Maria Cordeliza dos Santos

Servidora pública

Acredito que com minha experiencia como servidora publica com 20 anos no setor de obras, posso colaborar em relação a distribuição dos recursos (setor de obras públicas) Seria possível destinar recursos específicos para a Defesa Civil.?

M14. Sônia Império Hamburger

A candidata se retirou antes da eleição.

M15. Celia Bicudo

Grande Conselho Municipal do Idoso

(sem descrição)

H1. Aluizio Marino

Pesquisador

Estudos sobre o orçamento regionalizado da cultura em SP. Experiência como “Agente de Governo Aberto”. Experiência em cartografia e geoprocessamento.

(1) Experiência do movimento cultural nas disputas institucionais. e (2) Disposição dos dados orçamentários da cidade - como está e como avançar?

H2. Waldir Moura dos Santos

Residente da Associação Cultural de Resistência Afro-Brasileira Quilombo Guianases, Pastoral da Moradia

para acompanhamento da descentralização do Orçamentos,para a cultura,educação,moradias,alimentação,meio ambiente,assistência social,e politicas publicas,como respostas dos impostos,iptu,taxas.multas,e outras para DESENVOLVIMENTO sustentável das metas,ODS.ETC

os 3 governos,LDO,loas,COMAS,orçamento publicos,e planos de metas 201 a 2020

H3. Thiago Henrique Desenzi

Membro do Coletivo Raiz Cidadanista

Tenho pesquisas e estudos sobre participação cidadã e formação e trabalhos na área de gestão pública

Pretendo analisar as propostas a luz da melhores praticas mundiais relativas a gestão pública, bem como as experiências da participação cidadã integradas à orçamentação pública.

H4. Wilgor Carlos da Silva

Ativista

Estudei sobre o assunto e os possíveis impactos

Analisar e argumentar

H5. Eduardo Ribeiro

Cidadão

Porque o assunto é de interesse público e é de grande relevância ao Munícipe. “A importância da participação popular nas questões da cidade, a transparência com os gastos públicos e os impactos dos desvios de finalidade. Gestão Publico privado e seus benefícios.”

H6. Dalmo Ribeiro do Val Marques

Cidadão

eleitor com forte senso crítico das condições da municipalidade

Tentar ser um colaborador da cidade porém sem vinculo partidário

Se estou me candidatando à comentarista, não vou argumentar nada até ter conhecimento de todas as propostas apresentadas

O candidato se retirou após a eleição.

H7. Leo Coutinho

Conselheiro Participativo de Pinheiros

Acredito no princípio, estudo e escrevo sobre o tema

Participei na Rede Nossa SP de um debate sobre eleição direta para subprefeito e os argumentos estão gravados aqui

Escrevo diariamente sobre o cenário político e alguns dos textos podem ser conferidos aqui

H8. Vladimir Fernandes de Santana

Coordenador de políticas públicas do Arq.Futuro

Fiz mestrado em administração pública, tenho bom conhecimento sobre orçamento público, trabalho com urbanismo e cidadania

Pretendo avaliar as propostas apresentadas levando em conta o sucesso ou fracasso de iniciativas similares na história da administração pública brasileira e de outros países. Também acho importante que os mecanismos de participação propostos não exijam do cidadão graus de formação e comprometimento irreais. Minha posição pessoal é que seria positivo descentralizar parte do orçamento municipal de SP para as subprefeituras e envolver os cidadãos em ciclos orçamentários locais

H9. José de Lima

Gestor financeiro

Acredito que por ser gestir financeiro com pós graduação em gestão pública possi talvez enriquecer o debate .

Observarei a concordáncia das propostas com os objetivos de desenvolvimento sustentável .

H10. Ahmad Semi Osman

Estudante de administração pública na FGV

Estou me candidatando pois possuo interesse pelo tema, tenho ciência de sua relevância para a sociedade e penso que posso contribuir a partir de meus conhecimentos sobre o assunto.

Pretendo argumentar, primeiramente, a respeito da viabilidade de implementação de cada proposta. A partir deste filtro, pretendo destacar os pontos positivos e negativos de cada proposta apresentada, de modo que os participantes possam ter a maior clareza possível no momento da votação. A obra “Orçamento Público”, de James Giacomoni, será usada como base caso necessário.

H11. Rogério Vincent

Economista e mestrando em economia da saúde

Estudo impacto da crise econômica no financiamento da saúde

Defendo descentralização orçamentária por meio das subprefeituras, com eleições diretas para as subprefeituras

H12. João de Oliveira

Pós-graduando em políticas públicas e conselheiro gestor de saúde da Coordenadoria da Subprefeitura da Sé

ANALISANDO O PLANO DE METAS DA ATUAL GESTÃO COMO TAMBÉM A DRÁSTICA REDUÇÃO DOS INVESTIMENTOS ALÉM DO PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO DO ESTADO MÍNIMO CIDADE DE SP, ME ESTIMULOU A ME DEBRUÇAR SOBRE ESSE TEMA E PODER COMENTAR AS PROPOSTAS ENVIADAS

EXISTE HOJE UMA DISCREPÂNCIA ABISSAL NO TOCANTE À DIVISÃO DO ORÇAMENTO E SUA EFETIVA APLICAÇÃO NA CIDADE, ONDE AS PERIFERIAS SÃO RELEGADAS AOS ESQUECIMENTO E AS ÁREAS NOBRES ABOCANHAM GRANDE QUINHÃO DO ORÇAMENTO. NECESSÁRIO TER O IDH COMO PARÂMETRO PARA ALOCAR RECURSOS ONDE O IDH FOR MENOS FAVORECIDO

H13. Eduardo Emilio Lang Di Pietro

Auditor do Tribunal de Contas do Município de São Paulo

PORQUE ENTENDO QUE OS RECURSOS DA CIDADE DEVEM SER CONHECIDOS E COMPREENDIDOS E O ORÇAMENTO DEVE SER ELABORADO A PARTIR DE DADOS CONCRETOS E DIRECIONADO PARA O EQUACIONAMENTO DAS CARÊNCIAS DOS PAULISTANOS, COM VISTAS À CONCRETIZAÇÃO DO DISPOSTO NA CARTA MAGNA - OBJETIVOS FUNDAMENTAIS DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL

OS RECURSOS SÃO ESCASSOS E DEVEM SER APLICADOS PRIORITARIAMENTE EM PROL DOS MAIS NECESSITADOS. A CORRETA APLICAÇÃO SÓ SE CONCRETIZARÁ A PARTIR DA PLENA COMPREENSÃO E A PARTICIPAÇÃO DE REPRESENTANTES DE TODOS OS ESPECTROS DA SOCIEDADE CIVIL É ESSENCIAL

H14. Giuliano João Paulo da Silva

Mestre em administração pública e empregado da Caixa em políticas públicas de habitação

Fiz Mestrado da Administração Pública e Governo na FGV, trabalho com políticas públicas e tenho interesse em participar.

Compreendi que os comentários serão feitos a partir das propostas, está correto? De posse prévia das propostas pretendo apontar os pontos favoráveis e desfavoráveis de cada uma.

H15. Akira Watanabe

Consultor

Implantação da economia verde.

Cidade Sustentável , erradicação da pobreza e implementação da Lei 12.305/2010, Política Nacional de Resíduos Sólidos.

H16. Adilson Araújo

Conselheiro Participativo de Santo Amaro

CPM SANTO AMARO - A3 AGENCIA DE IMAGENS E NOTICIAS - ACSP DS - CIESP/FIESP DS - OAB SANTO AMARO CDDA

ATUO EM ATIVIDADES DA PREFEITURA REGIONAL E QUESTÕES DA CIDADE DE SÃO PAULO EM VÁRIAS VISÕES E ASPECTOS E PRETENDO EXPOR AS MINHAS IDÉIAS JUSTIFICANDO A NECESSIDADE DE DESCENTRALIZAÇÃO DO ORÇAMENTO MUNICIPAL E CHAMAMENTO DA COMUNIDADE LOCAL.

COLOCAR EM PRATICA OS ANSEIOS LOCAIS NO DESENVOLVIMENTO DE ATIVIDADES INCREMENTADORAS NÃO APENAS DE ZELADORIA, MAS DE POLITICAS PUBLICAS REGIONAIS COM NECESSIDADES ESPECÍFICAS.

H17. Ricardo Rodrigues

Cidadão

Sou um cidadão interessado em propostas que possam contribuir com a participação consciente do cidadão, melhorando a representatividade política.

H18. Tomás Wissenbach

Pesquisador do Centro de Política e Economia do Setor Público, FGV

Atuo com planejamento territorial e indicadores na cidade ha 10 anos. Pesquiso a regionalização do orçamento na cidade

Pretendo argumentar que a gestão orcamentaria pode ser lida a partir de um quadro de indicadores sobre a desigualdade na cidade, do ponto de vista da combinacao entre arrecadacao e gasto publico

H19. Álvaro Florentino da Silva Júnior

Conselheiro Participativo de Santana/Tucuruvi/Mandaqui

Considero que o Orçamento Descentralizado, com a correspondente transparência, contribuirá para uma maior adesão dos moradores às políticas públicas, como coleta seletiva, pois a economia gerada poderá ser revertida no próprio território.

Reduzir os altos gastos com o processamento do lixo orgânico, através da descentralização destes pagamentos, estimulando o cidadão a separar o lixo, enviando ao Aterro somente o que se deve. E os recicláveis na destinação correta. Pois a máfia do lixo que recebe por tonelada processada para o Aterro, não tem interesse que o lixo seja separado. Desde que a economia gerada no pagamento da coleta do lixo orgânico, permaneça no território nas melhorias dos equipamentos e outros serviços públicos.

H20. Christian Eduardo Menin

TETO Brasil

Importância do tema e do debate disso na sociedade

Participação da população na priorização qualitativa, quantitativa e geográfica no que tange à fiscalização de obras, programas e projetos municipais.